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segunda-feira, 29 de agosto de 2016



TRIS(tonho)

Quem dera todas as manhãs


Tivessem sabor de maçãs


E as nuvens sob a face


Pudessem esconder disfarces...





O coração vazio, ancorado


Neste silêncio que suga a alma,


Passos sem destino, encorajado


Pela índole que vos acalma.





Lástimas enraizadas no peito


Saudade que vergasta sem jeito,


Memórias do presente alvorecer


Lamúrias que fazem carecer...





Ecos desta calada, ao vento


Sussurram no coração, [com o tempo


Como uma bordoada na fronte


Afligindo, consumindo a fonte].

Juliano V. Antunes
29-08-2016



segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Ano novo 2016

Preencher as lacunas
Pautadas no amor
Recomeçar objetivos
Concertar erros
Conservar acertos
[Criar Formular Reinventar]
Proclamar justiça
Retribuir perdão
Distribuir um abraço
Viver a esperança
Guardar a retidão
Relembrar princípios
Expressar gratidão
Alicerçar sonhos
Promover a paz
Trilhar alvos
Conquistar metas
Buscar realizações
Cultivar dons
Zelar pela família
Louvar Clamar Agradecer

[DEUS]

Autor: Juliano Vieira Antunes (03/01/2016)


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Cão

A dor se espalhava pelas almas
Estampada em cada olhar
As lágrimas surravam a face
E o coração oscilava
Com as batidas do relógio
A mente ofuscada pela lembrança
O tempo ecoando
Se esgotando na memória
O corpo adornado
Caixão lacrado
E o cão bramindo
Como um lobo na selva
As pedras e flores sussurravam
Enquanto entes desvelavam

Até o crepúsculo ao amanhecer.

Juliano Antunes


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Amor sem fim...

[Um sacrifício no madeiro
Seu filho padeceu por nós!
Diante daquela multidão,
sofreu e morreu pelo (meu) pecado,
Quão grande expressão de amor,
constrangeu (meu) coração...]

Planos infindáveis,
Sonhos ancorados
Revigorados pela justiça,
Acolhidos para batalha,
Escolhidos para triunfar...
Na eternidade,
para o jardim secreto.

Planos incontáveis,
Guardados na memória,
Cravados no peito,
Estampados na face...
Nada pode comparar
ou sábio compreender,
o que DEUS preparou...

[Seu amor, imensurável,
tão intenso e infindável...
Demonstrou naquela cruz,
incondicionalmente por amor,
és maravilhoso,
Deus forte e poderoso.]


(Juliano V. Antunes)






terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Máquina do Tempo

Na virada do século
Nas entrelinhas das
Páginas rasgadas
Nos sepulcros vazios
Nas horas que surgem
Passam, sugam o tempo
Entre lembranças
E pensamentos
Do pesado passado
E sonhos do futuro
[Incerto]
Meus olhos, minha mente
são como uma
Máquina no vento
Que sopra neste
Inverso cata-vento
Os vestígios de

Uma lenda presente.

Juliano Antunes (1º semestre- 2006)




Caminhada

[você] presa neste universo de segredos e
                   [palavras]
           descobrindo olhares
    percebendo limiares
      encoberto de prazeres
sussurrando para dentro
                             de fora
                                 por inteiro.

[eu] segurando sua mão
   sorvendo migalhas do amanhecer
                          ao horizonte-infindo
                     veja, siga e sinta
                a flor do cerrado

            ao poente
     gritando seu nome.

(j. Antunes)


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

[flor vs pedra]

Margarida
doce, bela-menina
generosa, graciosa como
                        uma pétala de rosa
Amiga, donzela da
                            [vida
Nobre,
       tão sincera e serena
            como o orvalho de outono.

Gramita, brita-rocha
como o fel, velha ranzinza
Injustiçada, como um réu
                        acusada sem crime
Sem coração, mulher da
                                       [vida
Sem nome, meretriz
    Tão vulnerável e fantasiada

        como as profundezas do mar.

Juliano V. Antunes


De volta pra casa
Quando chego do trabalho
Como um porco fedorento
Imundo.
Cansado como as pilastras
Intactas do mesmo dia.
Fixo todo meu intelecto
Na forma de poesia,
Na essência de poetizar.

O tempo voa como o vento.
Como as montanhas e rochas
Após séculos, se transformam.
A noite passa, de novo
Entre a massa e ao ingrato
Serviço de todo dia.
(que agonia).

Às vezes chego a delirar
Querendo que o tempo avance
E ultrapasse as horas.
Querendo voltar para casa.

(Antunes, J. Anápolis/2006)

"Um homem percorre o mundo inteiro em busca daquilo que precisa e volta a casa para encontrá-lo."

O tempo passa e o que permanece é o que durará para sempre... AMOR!


BOM DIA!
Revista Diversifica Nº 2


http://revistadiversifica.blogspot.com.br/